SOBRE O AUTOR
Depois de passar três anos e meio na extinta Companhia Vale Do Rio Doce, que hoje é a Vale, sofri assédio moral, e depois que denunciei para assistência social, fui demitido e resolvi escrever um livro. Tornei-me um escritor autodidata.
Todo mundo estranha o primeiro título do meu livro, A Mulher Que Não Fala Palavrão. Isso porque eu morei em uma cidade chamada Parauapebas/PA, que não é todo mundo, mas escutava muito palavrão, desde os vizinhos da cidade, como no trabalho.
Há muito tempo tenho vontade de ser um escritor e este é meu primeiro livro.
Meu nome é Inácio Bezerra Cruz Filho, e nasci em São Paulo – SP, e aos três anos de idade fui para cidade dos meus pais. Parte da minha infância e adolescência vivi em Natal-RN, onde terminei o 2° Grau Técnico (hoje Ensino Médio) e me formei em Técnico Eletromecânico. Em busca de trabalho, viajei para o Pará, Bahia e São Paulo.
Tentei cursar Engenharia da Produção, mas o curso foi interrompido, porque tive que voltar para cidade dos meus pais.
E fico muito feliz com este novo começo de vida.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
sábado, 18 de abril de 2015
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
sábado, 29 de novembro de 2014
POESIA
SERENO DA MADRUGADA
VEJO UMA NOITE BELA
QUE ME TRAZ ALEGRIA
ONDE A MINHA ESPERANÇA
SEMPRE ME CONTAGIA.
VEJO UMA NOITE BELA
QUE ME TRAZ ALEGRIA
ONDE A MINHA ESPERANÇA
SEMPRE ME CONTAGIA.
A VIDA ME LEVA A SURPRESAS
NA MINHA GRANDE MORADIA
E OLHO PARA AS ESTRELAS
E VEJO A ETERNA SIMETRIA.
FECHO OS OLHOS NA NOITE FRIA
QUE DESCREVE A MINHA AMADA
VEM TODA A NOSTALGIA
NO BELO SERENO DA MADRUGADA.
NA MINHA GRANDE MORADIA
E OLHO PARA AS ESTRELAS
E VEJO A ETERNA SIMETRIA.
FECHO OS OLHOS NA NOITE FRIA
QUE DESCREVE A MINHA AMADA
VEM TODA A NOSTALGIA
NO BELO SERENO DA MADRUGADA.
Inácio Cruz
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
DIVULGAÇÃO
Meu livro divulgado no blog Vendedor de Ilusão. http://vendedordeilusao.blogspot.com.br/…/11/divulgando.html
terça-feira, 18 de novembro de 2014
POEMA
PARQUE DOS RIOS
O fim da tarde chega
Inocente como a infância.
E minha mãe, com seus dedos entre os meus,
Segurando a minha mão,
Me chama para ver o Sol.
As escadas me levam
Às esperanças e gracejos vindouros,
Um futuro pleno, eu vejo,
Pelos olhos de quem ainda pouco viveu.
No banco do condomínio,
As árvores triunfam sob a luz âmbar,
E os passarinhos se aninham.
Pais e filhos,
A alegria sem fim das brincadeiras de criança.
Um dia se vai para que outro comece.
Sempre um novo começo.
Inácio Cruz
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